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  • [2025]
    O QUE A GENTE FAZ
    — uma produção da Casa da Dança de Almada

    Impulsionado pela última criação E nunca as minhas mãos estão vazias, de Cristian Duarte em companhia, que se concentra em resgatar memórias e sensações para subverter a realidade insuportável por meio da dança, o desdobramento proposto em O QUE A GENTE FAZ, reimagina a experiência com um elenco residente em Portugal. Convidadas por Cristian Duarte, as artistas Bruno Brandolino, Suiá Ferlauto, Maria João Costa Espinho, Alexandre Magno aka Emiliano Manso e Emily da Silva mergulham em seus repertórios físico-afetivos, abrindo espaço para que cada presença inscreva a sua singularidade ao mesmo tempo em que acompanha outras. O trabalho investiga as fricções entre individual e coletivo, movimentando a percepção sobre as escolhas humanas que compõem a complexidade da nossa existência. Com um elenco que dança, fala e cria sua própria trilha sonora ao vivo, a peça propõe uma experiência labiríntica, onde corpo, som e palavra se embaralham continuamente.

    Ficha artística
    Coreografia e Direção: Cristian Duarte
    Co-criação e Dança: Bruno Brandolino, Suiá Ferlauto, Maria João Costa Espinho, Alexandre Magno aka Emiliano Manso, Emily da Silva e Cristian Duarte
    Trilha sonora: Criada e executada ao vivo pelo Elenco
    Direção técnica (som e luz): Sandro Esperança
    Produção: Casa da Dança
    Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Almada
    Foto: Pedro Ivo Carvalho




    [2025]
    O QUE A GENTE FAZ (what we do)
    — a production by Casa da Dança in Almada

    Driven by Cristian Duarte's latest creation, E nunca as minhas mãos estão vazias (And my hands are never empty, which focuses on recovering memories and sensations to subvert unbearable reality through dance, the development proposed in O QUE A GENTE FAZ reimagines the experience with a cast based in Portugal. Invited by Cristian Duarte, artists Bruno Brandolino, Suiá Ferlauto, Maria João Costa Espinho, Alexandre Magno aka Emiliano Manso, and Emily da Silva delve into their physical and affective repertoires, creating space for each presence to inscribe its singularity while simultaneously accompanying others. The work investigates the friction between the individual and the collective, shifting perceptions about the human choices that make up the complexity of our existence. With a cast that dances, speaks, and creates its own live soundtrack, the piece proposes a labyrinthine experience, where body, sound, and words continually intertwine.

    Artistic Profile
    Choreography and Direction: Cristian Duarte
    Co-creation and Dance: Bruno Brandolino, Suiá Ferlauto, Maria João Costa Espinho, Alexandre Magno aka Emiliano Manso, Emily da Silva and Cristian Duarte
    Soundtrack: Created and performed live by the Cast
    Technical Direction (sound and light): Sandro Esperança
    Production: Casa da Dança
    Support: República Portuguesa – Culture, Youth and Sports / Directorate-General for the Arts and Almada City Council
    Photo: Pedro Ivo Carvalho